segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Opahh...6 Semanas


Jesus...o tempo esta passando!!! Hoje eu ate que dei uma surtadinha de leve pensando no que estou deixando pra ser au pair de novo...mas no regrets at all!!!
Decidi deixar o trabalho mais cedo, ja que tenho faltado mais do que trabalhado! Hoje arrumei todo o meu uniforme ( Tenho 3 uniformes diferentes) pra devolver amanha. Entao vou falar um pouquinho desse pouco mais de um ano trabalhando na TAM LINHAS AEREAS!!!
Amei, amei e amei trabalhar na TAM. Sempre ouvi as pessoas comentarem sobre o bichinho da aviacao e nao eh que ele existe mesmo. Todo esse clima de aeroporto, check in, embarque e desembarque, passageiros de todos os tipos from all of the world me fascinou. Costumo dizer que trabalhar com pessoas eh um dom...tem que gostar mesmo, ainda mais se tratando de um aeroporto, um ambiente estressante na maior parte do tempo. Atendi passageiros completamente descontrolados, estressados, ignorantes, barraqueiros, VIOLENTOS...mas tambem atendi passageiros super simpaticos, doces, educados, muitos artistas globais (os da Record tambem sao artistas...kkk), cantores, mulheres frutas, lutadores do UFC (minha paixao), todos os times de futebol do Rio de Janeiro (ganhei camisas de quase todos)! Fiz amizade com alguns passageiros, dei o numero do meu celular pra alguns que me tiraram o folego de tao lindos! Ai ai...definitivamente vou sentir saudades disso.
De toda essa experiencia na TAM, a melhor...mas a melhor coisa que me aconteceu foi a oportunidade fazer novos amigos. Meus colegas de trabalho sao incriveis! Me diverti e aproveitei a vida nesse pouco mais de um ano muito mais do que me diverti minha vida inteira (inclusive nos EUA). Conheci a Cissa, que mudou a minha vida...a Juliana Pedrazzi, Fernanda, Regia e mais umas dezenas de pessoas que participaram de forma significativa nesse ano em que descobri muitas coisas sobre mim mesma...Obrigada!!! Tive otimos momentos e fui muito feliz!
Voltando ao meu countdown...vou encontrar com a minha Host Mother nesta quarta-feira (30/12) numa pizzaria em Ipanema, volto pra contar os detalhes depois do meeting!
Well, acabei escrevendo muito. Muito obrigada pelos comentarios e pelas visitas.

E que venha a quinta semana...

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

7 semanas

Alguem me disse que esses posts de countdown sao meio ridiculos, e talvez sejam mesmo, mas funcionam como uma terapia de relaxamento pra mim. Mesmo faltando apenas 7 semanas, nao diria que "ANSIOSA" e o meu status atual. Acho que combino mais com o status "TENSA". Uma tensao que me impulsiona a fazer coisas sem pensar muito a respeito, ou seja, a medida que o tempo passa eu vou resolvendo as pendencias da viagem, comprando uma coisinha aqui, outra ali, contando sobre a viagem para algumas pessoas, me despedindo de pessoas que eu acho que nao verei mais, de coisas que acho que nao terei mais a oportunidade de fazer. Ja lavei minhas malas, ja lavei meus casacos pesados, ja montei um kit manicure, comecei a montar meu kit salao de beleza, ja planejei uma dieta pra chegar mais magra na Holanda que eu nao consegui comecar ainda...mas o pior de tudo e o lance da bicicleta...o lance de pedalar every single day! Ja deveria ter comecado a camihar e a pedalar pra preparar o meu corpo e o meu psicologico pra esta atividade que sera uma rotina durante a minha estadia nos Paises Baixos, mas nao...Nao comecei ainda! Acredito que talvez esse seja o meu maior desafio, ja que sou totalmente sedentaria e nao aguento caminhar nem por 5 minutos. Escrevi tudo isso pra dizer que a ficha nao caiu 100% , estou resolvendo as coisas (menos o lance de emagrecer e pedalar) pra uma viagem que ainda nao realizei que vai realmente acontecer...A verdade e que nao estou sabendo bem como explicar entao Just forget it!!!
Ja busquei meu passaporte no Consulado e agora so preciso resolver a traducao da certidao. Minha host mom confundiu a data da viagem e na verdade so vem ao Rio na proxima segunda dia 27/11, e como ja contei no post anterior, nos vamos nos encontrar.
Fora essa coisa toda de viagem, passei o fds na casa da Bessst Cissa, faltei o job na sexta e no sabado, assisti a vitoria de 4x0 do Fluminense, assisti meu buddy Urijah Faber vencer no UFC 139 e hoje (segunda-feira) also meu day off, fui ao dentista pela manha (preciso tirar meu aparelho mesmo com tratamento incompleto)e na volta peguei uns filmes na casa da minha tia e to assistindo desde entao...so parei pra postar porque lembrei que faltam apenas 7 semanas!!!

I know que os post estao mega chatos mas nada tem acontecido de emocionante e minha criatividade pra escrever tenho ido a zero com essa ausencia de comentarios! Entao vou tentar coisas diferentes pra esse blog desenvolver tanto quanto o meu blog anterior. De toda forma agredeco os cometarios e o carinho das pessoas que ainda param por aqui pra ler meus assuntos desinteressantes...OBRIGADAO!!!!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

8 semanas

Quase la meus amigos...mais 8 semanas e desembarco em terras holandesas!!! Amanha (16/11/2011) vou ao Consulado buscar meu passaporte que ja esta prontinho com visto carimbado e vou aproveitar o dia pra fazer umas compras e resolver um probleminha super particular que tem me tirado o sono nos ultimos dias.
Minha host mom chega aqui no Rio na proxima segunda a noite (21/11), numa viagem de 4 dias a trabalho e disse que quer me encontrar...Olha que maraviha!!! Estou super empolgada e ao mesmo tempo na correria pra comprar algo legal pra dar a ela nesse encontro. Pensei em um presente unico pra familia toda e pra au pair atual, ate pra nao gastar tanto, ja que vou levar presentes individuais no dia da viagem! Resultado: nem com a ajuda da Cissa, minha bessst amiga, do Alan e da Regia...consegui pensar em algo legal hoje. Alguma sugestao????????????????????
Quase esqueci...pedi demissao da TAM no dia 11/11/11...que macabro!!! Vou cumprir o aviso previo ate dia 10/12 com algumas faltas combinadas durante o periodo...OBVIO!!!

BjO no coracao de vcs!!!

"Trust yourself. You know more than you think you do." Benjamim Spock

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Suflê de chuchu

Houve uma grande comoção em casa com o primeiro telefonema da Duda, à pagar, de Paris. O primeiro telefonema desde que ela embarcara, mochila nas costas (a Duda, que em casa não levantava nem a sua roupa do chão!), na Varig, contra a vontade do pai e da mãe. Você nunca saiu de casa sozinha, minha filha! Você não sabe uma palavra de francês! Vou e pronto. E fora. E agora, depois de semanas de aflição, de "onde anda essa menina?", de "você não devia ter deixado, Eurico!", vinha o primeiro sinal de vida. Da Duda, de Paris.

- Minha filha...

- Não posso falar muito, mãe. Como é que se faz café?

- O quê?

- Café, café. Como é que se faz?

-Não sei, minha filha. Com água, com... Mas onde é que você está, Duda?

- Estou trabalhando de "au pair" num apartamento. Ih, não posso falar mais. Eles estão chegando. Depois eu ligo. Tchau!

O pai quis saber detalhes. Onde ela estava morando?

- Falou alguma coisa sobre "opér".

- Deve ser "ópera". O francês dela não melhorou...

Dias depois, outra ligação. Apressada como a primeira. A Duda queria saber como se mudava fralda. Por um momento, a mãe teve um pensamento louco. A Duda teve um filho de um francês! Não, que bobagem, não dava tempo. Por que você quer saber, minha filha?

- Rápido, mãe. A criança tá borrada!

Ninguém em casa podia imaginar a Duda trocando fraldas. Ela, que tinha nojo quando o irmão menor espirrava.

- Pobre criança... - comentou o pai.

Finalmente, um telefonema sem pressa da Duda. Os patrões tinham saído, o cagão estava dormindo, ela podia contar o que estava lhe acontecendo. "Au pair" era empregada, faz-tudo. E ela fazia tudo na casa. A princípio tivera alguma dificuldade com os aparelhos. Nunca notara antes, por exemplo, que o aspirador de pó precisava ser ligado numa tomada. Mas agora estava uma opér "formidable". E Duda enfatizara a pronúncia francesa. "Formida-ble". Os patrões a adoravam. E ela tinha prometido que na semana seguinte prepararia uma autêntica feijoada brasileira para eles e alguns amigos.

- Mas, Duda, você sabe fazer feijoada?

- Era sobre isso que eu queria falar com você, mãe. Pra começar, como é que se faz arroz?

A mãe mal pôde esperar o telefonema que a Duda lhe prometera, no dia seguinte ao da feijoada.

- Como foi, minha filha. Conta!

- Formidable! Um sucesso. Para o próximo jantar, vou preparar aquela sua moqueca.

- Pegue o peixe... - começou a mãe, animadíssima.

A moqueca também foi um sucesso. Duda contou que uma das amigas da sua patroa fora atrás dela, na cozinha, e cochichara uma proposta no seu ouvido: o dobro do que ela ganhava ali para ser opér na sua casa. Pelo menos fora isso que ela entendera. Mas Duda não pretendia deixar seus patrões. Eles eram uns amores. Iam ajudá-la a regularizar a sua situação na França. Daquele jeito, disse Duda a sua mãe, ela tão cedo não voltava ao Brasil.
É preciso compreender, portanto, o que se passava no coração da mãe quando a Duda telefonou para saber como era a sua receita de suflê de chuchu. Quase não usavam o chuchu na França, e a Duda dissera a seus patrões que suflê de chuchu era um prato típico brasileiro e sua receita era passada de geração a geração na floresta onde o chuchu, inclusive, era considerado afrodisíaco. Coração de mãe é um pouco como as Caraíbas. Ventos se cruzam, correntes se chocam, é uma área de tumultos naturais. A própria dona daquele coração não saberia descrever os vários impulsos que o percorreram no segundo que precedeu sua decisão de dar à filha a receita errada, a receita de um fracasso. De um lado o desejo de que a filha fizesse bonito e também - por que não admitir? -uma certa curiosidade com a repercussão do seu suflê de chuchu na terra, afinal, dos suflês, do outro o medo de que a filha nunca mais voltasse, que a Duda se consagrasse como a melhor opér da Europa e não voltasse nunca mais. Todo o destino num suflê. A mãe deu a receita errada. Com o coração apertado. Proporções grotescamente deformadas. A receita de uma bomba.

Passaram-se dias, semanas, sem uma notícia da Duda. A mãe imaginando o pior. Casais intoxicados. Jantar em Paris acaba no hospital. Brasileira presa. Prato selvagem enluta famílias, receita infernal atribuída à mãe de trabalhadora clandestina, Interpol mobilizada. Ou imaginando a chegada de Duda em casa, desiludida com sua aventura parisiense, sua carreira de opér encerrada sem glória, mas pronta para tentar outra vez o vestibular.
O que veio foi outro telefonema da Duda, um mês depois. Apressada de novo. No fundo, o som de bongôs e maracas.

- Mãe, pergunta pró pai como é a letra de Cubanacã! -Minha filha...

- Pergunta, é do tempo dele. Rápido que eu preciso pro meu número.

Também houve um certo conflito no coração do pai, quando ouviu a pergunta. Arrá, ela sempre fizera pouco do seu gosto musical e agora precisava dele. Mas o segundo impulso venceu:

- Diz pra essa menina voltar pra casa. JÁ!


Luís Fernando Veríssimo

Precisa dizer mais alguma coisa? Chorei de rir...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

I GOT MY VISA TO HOLLAND

Hello Folks,

Na segunda feira passada, 31/10/11 eu fui ao Consulado aqui no Rio (Praia de Botafogo 242/ 10 andar, Botafogo) e pra minha surpresa tinha algo errado no meu application. Como ja comentei nesse blog eu fiz match com essa familia o ano passado, eles deram entrada no visto e faltando pouco menos de 2 meses para o embarque eu desisti da viagem pra trabalhar na TAM Linhas Aereas. Entao esse ano quando minha host family efetuou o pagamento do visto, esse pagamento caiu no application do ano passado que estava invalido. Fiquei um pouco preocupada mas mandei um email pra Family comunicando a situacao e eles resolveram tudo no dia seguinte. Liguei para o Consulado pra saber se estava tudo ok por la e eles disseram que sim.
Acordei super cedo hoje e fui em busca do meu visto. Por telefone, alguem do consulado pediu que eu levasse meu passaporte, MVV form preenchido, 2 fotos 3x4 e um contrato provando o comprometimento entre au pair e host family. Entreguei tudo para o consul, que enquanto conferia o meu MVV disse: " Eu conheco essa familia, eles moraram aqui no Rio uns anos atras. O primeiro filho deles inclusive nasceu aqui e eu mesmo cuidei do passaporte dele. Vc vai ser muito feliz com essa familia."...Pronto. Abri um sorrisao de orelha a orelha e o Consul comecou a bater papo como se fosse meu best friend. Deixei tambem minha certidao de nascimento la pra autenticar e volto na proxima segunda pra buscar.
Pelo Visto eu nao paguei nada e pela certidao de nascimento foram apenas 64 reais. Agora sim posso comecar o countdown para o dia 14 de Janeiro...!!!

See you guys around

domingo, 16 de outubro de 2011

Carta para uma Au Pair

Querida Au pair,

Gostaria de compartilhar essas palavras de Charles Chaplin com vocês:

Chorar não resolve, falar pouco é uma virtude, aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoismo.

Pra qualquer escolha se segue alguma consequência, vontades efêmeras não valem a pena, quem faz uma vez, não faz duas necessariamente, mas quem faz dez, com certeza faz onze. Perdoar é nobre, esquecer é quase impossível.
Quem te merece não te faz chorar, quem gosta cuida, o que está no passado tem... motivos para não fazer parte do seu presente, não é preciso perder pra aprender a dar valor, e os amigos ainda se contam nos dedos.

Aos poucos você percebe o que vale a pena, o que se deve guardar pro resto da vida, e o que nunca deveria ter entrado nela. Não ha como esconder a verdade, nem como enterrar o passado, o tempo sempre vai ser o melhor remédio, mas seus resultados nem sempre são imediatos.
Charles Chaplin

Nao me considero a pessoa mais experiente no assunto Au pair mas acredito que superei minhas próprias expectativas quanto ao que esse programa de intercambio seria capaz de mudar em minha vida. Nós estamos habituados a achar que a mudança é uma virada de mesa, um acontecimento extraordinário ou mesmo um divisor de águas. Mas ela acontece sutilmente. E essa mudança aconteceu pra mim, no dia em que sentei em frente a um computador e digitei “AU PAIR” no Google. Segundos antes desse momento, sair do país, viajar, falar inglês (o pessoal que acompanha meu blog desde 2009 sabe que coloquei meu pezinho 36 nos Estados Unidos com 3 meses de curso de inglês online...e só) eram coisas impossíveis. Pelo menos pra mim, moradora de uma favela no Rio de Janeiro, isso era algo impensável até aquele dia! Quando comecei a ler sobre o programa au pair em sites, comunidades no Orkut (Facebook não era tão popular por aqui) e blogs...pensei: É possível Sim! E detalhe, eu sem habilitação, sem inglês, sem dinheiro, só com a disposição mesmo. Quando fui contar aos meus pais, eles acharam um absurdo, que era algo impossível, que não era coisa pra mim...e eu lá, tentando explicar tudo que eu tinha lido no Google. Foi nesse momento de explicações, onde minha família (meu pai nem tanto mas minha mãe, irmã e avó...Jesus Christ) não entendia o que pra mim era tão óbvio que a primeira mudança aconteceu, porque antes de sentar naquela cadeira e fazer todas aquelass pesquisas sobre o programa, eu era tão ignorante no assunto quanto eles.

Toda a fase de inscrição, preparação do application, fotos, referências, exame médico, espera pra ficar online, espera por famílias, primeiro contato, emails, ligações, match, compra de presentes, malas, embarque, choro, saudades da família, vontade de desistir, vontade de ficar... e...lá se foi um ano fazendo o que vc achava impossível há um tempo atrás.

Mudei muito nesse tempo morando fora, mas foi em minha chegada ao Brasil que me dei conta de que eu era praticamente outra pessoa. Nada, absolutamente nada é tão difícil que eu não possa fazer, não existe lugar longe ou desconhecido ou mesmo aquele pensamento, “como vou chegar lá sozinha”...porque eu sei que posso chegar em qualquer lugar, e eu que sempre achei que ser pobre fosse horrível, e na verdade continuo achando péssimo ser pobre... mudei minha perspectiva de como aproveitar a vida com pouco. Aprendi a viajar, a comer nos melhores lugares, a fazer compras por necessidade, compras por capricho, a trabalhar duro durante a semana e fazer dos sábados e domingos os melhores dias da minha vida...e TUDO ISSO com pouquíssimo dinheiro.

Falar com todo mundo do mundo todo é a melhor parte pra mim. Faço amizades até em provador de loja. O mundo que era gigantesco até então, parece ter diminuído só porque eu aprendi a andar sozinha no Centro da cidade em que fui morar. Este mesmo mundo que de tão desafiador, me assustava, agora me excita a explorá-lo.

Parece muito fácil escrever tudo isso, mas somos jovens e essa é a nossa hora, nosso momento de fazer escolhas que definirão quem nós seremos nos futuro. Cada pequena mudança que sofri, fez uma enorme diferença no que sou agora. É importante decidir, escolher...não o fututo ou que você quer ser e fazer o resto da vida. Talvez você, assim como eu não tenha decidido ainda, ou optou por algo que não é bem o que pensou que seria mas, EU decidi que ficar parada não é a melhor escolha. Muitas meninas se questionam sobre a importância do programa Au pair, o quanto ele pode contribuir na vida de um candidato. No grupo que se inscreveu comigo (sem contar as meninas que conheci ao longo do programa), as meninas da foto no post anterior, 7 delas se casaram, 2 ficaram ilegais, 6 mudaram o visto pra estudante e 9 voltaram para o Brasil (Eu sou uma delas)... Nossas vidas mudaram, através de experiências boas e experiências ruins. A vida é pretty much isso...viver! E o programa au pair, como qualquer tipo de intercâmbio é um excelente começo para se descobrir e descobrir o mundo de possibilidades que a vida nos propõe ao longo do tempo. Como Chaplim disse , “...o tempo sempre vai ser o melhor remédio, mas seus resultados nem sempre são imediatos.” Pra quem já é au pair, no começo, no meio ou fim do programa, pra quem ta no processo e pra quem ainda esta decidindo...acreditem, VAI VALER A PENA UM DIA! SEMPRE VAI VALER A PENA!

See u Soon